domingo, 26 de janeiro de 2014

mercado de trabalho para administradores

Em 2012 o CFA publicou a pesquisa intitulada “Perfil, Formação, Atuação e Oportunidades de Trabalho do Administrador”. A citada pesquisa, cujos resultados estão disponibilizados no site do CFA (www.cfa.org.br), apresenta as tendências do mercado de trabalho para a profissão de Administrador, levando em consideração a concepção dos Administradores, dos Empregadores e dos Professores.
Tanto no setor público quanto no setor privado as oportunidades são reais e o Administrador é cada vez mais requisitado. Para ilustrar melhor o quadro, podemos citar o número de empresas existentes no Brasil em 2005 e registradas nas Juntas Comerciais - divulgado no site (www.dnrc.gov.br) -, que totalizava  8.915.890  (oito milhões, novecentos e quinze mil, oitocentos e noventa) empresas.
É importante ressaltar que, mesmo existindo uma oferta considerável de cursos de bacharelado em Administração, mais de 2.000 (dois mil), é nítida a diferença existente entre a necessidade das empresas e o atendimento dessa demanda.
O Censo da Educação Superior de 2010, último realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC), demonstra que o curso de Administração ocupa o primeiro lugar em número de matrículas no ensino superior, com 846.493 alunos, superando os cursos como Direito e de Pedagogia. Tal demanda demonstra que o mercado de trabalho para o Administrador continua aquecido.
Sugerimos a visita ao site do INEP (www.inep.gov.br), que apresenta os resultados das avaliações realizadas nos cursos superiores, bem como a situação legal de cada um deles.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

gestor em recursos humanos

O tecnólogo em Gestão de recursos Humanos desenvolve e gerencia planos de carreira nas empresas, analisa estratégias institucionais, elabora planos táticos e operacionais de recrutamento, seleção, avaliação e treinamento de pessoal. É sua função administrar as potencialidades de processos organizacionais e gerenciar pessoas, de forma a integrar os setores da companhia. Cabe ao profissional a avaliação da necessidade de novos colaboradores que garantam a viabilidade do processo produtivo da empresa, assim como é sua função realizar o manejo do quadro de funcionários. Para isso, o gestor em RH precisa dominar as técnicas de gerenciamento de pessoas.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Gerenciando sua equipe

negatividade pode ser um dos maiores problemas nos ambientes profissionais. É como se você trabalhasse no alto de uma montanha, com ar rarefeito. Tudo parece mais cansativo. As pessoas ficam “pesadas”, reclamam pelas costas, fofocam, segregam-se e prejudicam umas às outras. Embora parte desse fenômeno seja tradicional nos agrupamentos humanos, ainda pode ser combatido.
Essa é a vantagem de trabalhar num ambiente como o meu, no qual todos tentamos ficar alertas para treinar nossas mentes e perceber como funcionam nossas negatividades. Na verdade, nossas tarefas cotidianas são como que estratégias para atingir esse objetivo.
Assim, ao longo de minha convivência de 7 meses aqui e de algumas leituras em diversas outras áreas, cheguei a 17 sugestões para lidar com a negatividade no trabalho. Todas, obviamente, foram devidamente adaptadas para pessoas que estão fora de monastérios.
1. Vá direto ao ponto: satisfaça seu cliente, não somente seu ego. Isso vai tomar menos do seu tempo. Não se identifique tanto com o trabalho a ponto de encarar toda concessão como um ataque pessoal. Faça outras coisas, tenha atividades paralelas.
2. Não tenha medo das mudanças durante os processos. Planeje-se para ser flexível.
3. Dependendo da natureza do seu trabalho, entregue partes funcionais dele regularmente. Assim você vai poder corrigir erros no início do processo, antes de ele ter se tornado complexo demais.
4. Aproxime-se de colegas que trabalham em outras áreas. Exemplo: se você é designer para internet, é útil saber como pensam os programadores e o que eles esperam de você.
5. Dê suporte para sua equipe. Isso nem sempre quer dizer comprar computadores e aumentar salários. Às vezes, simplesmente estar presente e ouvi-los já é o suficiente.
6. Vai levar mais de 2 e-mails para resolver um assunto? Use o telefone.
7. Evite horas extras e longas jornadas de trabalho. O descanso faz parte da produtividade. Pressão geralmente só leva a ter que refazer as tarefas.
8. Simplifique tudo o que puder.
9. Melhore o visual, cuide dos detalhes. Crie uma experiência divertida e interessante de ser integrante da sua equipe.
10. Agende cursos e horários para reciclagem técnica. Não como eventos paralelos e ocasionais, mas como parte do trabalho. Novas habilidades podem significar muita economia de tempo e recursos.
11. Combata a reclamação inútil. Em si mesmo e nos outros, gentilmente cortando fofocas ou implicâncias menores. Elas podem destruir ambientes de trabalho.
12. Valorize o esforço, mas combata o exibicionismo. As tentativas de “mostrar-se eficiente”, de querer “aparecer” demais, geralmente levam à falsidade e à competitividade suja. Isso desmotiva os colegas, cria um ambiente de desconfiança e tem um custo alto para sua empresa.
13. Sempre que possível, deixe as equipes se auto-organizarem. Valorize os resultados que indiquem que elas conseguiram pensar por si mesmas e assumir responsabilidades.
14. Agende reuniões de avaliação frequentes. Não espaços para choradeiras e exibicionismo. Mas encontros curtos, no qual todos respondem perguntas como “o que você está fazendo? o que queriaparar de fazer? Por quê? O que gostaria de começar a fazer a partir de agora? O que gostaria decontinuar a fazer?”
15. Defina horários para que seus funcionários trabalhem em projetos pessoais que agreguem valor para a empresa.
16. Ajude a criar um ambiente de colaboração, publicando tutoriais na internet, oferecendo serviços públicos etc. Ou pelo menos campanhas de melhor uso dos recursos ambientais. Não seja um empresário leecher (sanguessuga).
17. Não espere que as pessoas sejam lineares. Por vezes, simplesmente acordamos em crise. E não temos a mínima idéia do motivo. Nem sempre há uma explicação racional. E nem sempre precisamos de uma. Acontece com todos nós. O melhor jeito de lidar com isso é desenvolver paciência, sinceridade, comunicação clara e um certo senso de comunidade. Amanhã pode ser o seu dia ruim.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Cidadania Organizacional

 Cidadania Organizacional

   Cidadania Organizacional é um comportamento discricionário que não faz parte das exigências funcionais de um cargo, mas que ajuda a promover o funcionamento eficaz da organização. As organizações bem-sucedidas precisam de funcionários que façam mais do que os seus deveres usuais e apresentem um desempenho que ultrapasse as expectativas. No mundo empresarial dinâmico de hoje, na qual as tarefas são cada vez mais realizadas em equipe e a flexibilidade é critica, as organizações precisam d funcionários  que adotem um comportamento de "bom cidadão" - como fazer declarações positivas sobre o trabalho de seu grupo e da empresa, ajudar os colegas em suas equipes, oferecer-se voluntariamente para tarefas extraordinárias, evitar conflitos desnecessários, mostrar cuidado com o patrimônio da empresa, respeitar as leis e regulamentos e ser tolerante com ocasionais aborrecimentos e imposições relacionados com o trabalho.
   As organizações querem e precisam de funcionários que façam coisas que não constam de suas tarefas formais. A evidência mostra que as empresas que possuem este tipo de gente mostram um desempenho melhor quando comparadas com outras. Consequentemente, o estudo do comportamento organizacional preocupa-se com o comportamento de cidadania organizacional como uma variável dependente.

empreendedorismo

Empreendedorismo

Não há falta de definições para o empreendedorismo. Algumas por exemplo. aplicam o termo á criação de novas empresas. Outras focalizam as intenções, dizendo que os empreendedores procuram criar fortunas, o que é diferente de abrir empresas simplesmente como um meio de substituição de renda( isto é, trabalhar por conta própria em vez de trabalhar para os outros). Quando a maioria das pessoas descreve os empreendedores elas usam adjetivos como audaciosos, inovadores, que tomam a inciativa, aventureiros e que assumem riscos. Elas também tendem a associar empreendedores a pequenas empresas. Definiremos empreendedorismo como um processo em que um indivíduo ou grupos de idivíduos arriscam tempo e dinheiro em busca de oportunidades para criar valor e crescer pela inovação, independentemente dos recursos que controlam. Os tyrês temas importantes nesta definição são busca de oportunidades, inovação e crescimento. Os empreendedores estão buscando oportunidades para expandir um negócio mediante mudança, revolução, transformação, ou introdução de novos produtos ou serviços.
Muitas pessoas acreditam que atividades empreendedoras e pequeunas empresas são a mesma coisa, mas isso não é verdade. Existem algumas diferenças-chave entre as duas. Empreendedores criam iniciativas empreendedoras- organizações que estão buscando oportunidades são caracterizadas por práticas inovadores e têm o crescimento e a rentabilidade como objetivos fundamentais. Uma pequena empresa, por sua vez é uma propriedade privada, é privadamente operada e financiada. tem pouco menos de 500 funcionários. não necessariamente se envolve em qualquer prática nova ou inovadora; geralmente tem pouco impacto na indústria. Uma pequena em´resa não é necessariamente empreendedora por ser pequena. Ser empreendedor significa ser inovador e buscar novas oportunidades. Embora as iniciativas empreendedoras possam começar pequenas, elas buscam o crescimento. Algumas pequenas empresas novas podem crescer, mas muitas permanecem pequenas por escolha ou por inadimplência.

O que a sociedade espera das organizações e dos gerentes?

O que a sociedade espera das organizações e dos gerentes?

  A importância da responsabilidade social corporativa surgiu nos anos de 1960, quando movimentos ativistas começaram a questionar o objetivo econômico singular das empresas. Questionavam, por exemplo, se as  grandes corporações não estariam sendo irresponsáveis ao discriminar as mulheres e as minorias em geral, como demonstravam a óbvia ausência de gerentes do sexo feminino  e de minorias na época. Ou se uma empresa como a Dow Corning não estaria dando as costas para suas responsabilidades sociais ao comercializar implantes de seios, quando os dados já indicavam que o vazamento de silicone podia ser muito prejudicial à saúde. Ou, ainda, se os fabricantes de cigarros não estariam ignorando deliberadamente os riscos para a saúde decorrentes da nicotina e de suas propriedades viciantes. Mais: se organizações como a Enron e sua empresa de contabilidade, a Arthur Anderson, não estariam falhando em proteger adequadamente os interesses financeiros de seus stakeholdes. Antes dos anos de 1960, poucas pessoas faziam esses questionamentos. Mesmo hoje, bons argumentos podem ocorrer de ambos os lados da questão da responsabilidade social. 
  Argumentos à parte, os tempos mudaram. Os gerentes são hoje frequentemente confrontados com decisões que abrangem responsabilidade social; filantropia, precificação, relações trabalhistas, conservação de recursos, qualidade do produto e operações em países com governos opressores, para citar apenas alguns dos fatores mais óbvios. Eles estão orientando essas áreas mediante reavaliação das formas de embalar, reciclagem de produtos, práticas de segurança ambienta, entre outras. A ideia de se tornar amigo do meio ambiente ou 'verde' terá reflexos em praticamente doso s setores da empresa, desde a concepção dos produtos e serviços até seu uso e subsequente descarte pelos clientes. Em um mundo globalmente competitivo, poucas organizações podem se dar ao luxo de ter uma publicidade ruim ou ramificações econômicas que possam ser carimbadas como socialmente irresponsáveis.
Poucos termos ou expressões foram definidos de antas maneiras quanto 'responsabilidade social'. Alguns dos significados mais populares incluem maximização de lucros, metas além do lucro, atividades voluntárias, preocupação pelo sistema social mais amplo e responsividade social. A maior parte do debate tem centrado o foco nos extremos. De um lado temos o ponto de vista clássico- ou puramente econômico- de que a única responsabilidade social da gerência é maximizar os lucros. Do outro lado, temos a posição socioeconômica, segundo a qual a responsabilidade da gerência vai além da obtenção de lucros, incluindo a proteção e a melhora do bem-estar da sociedade.