quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Gerenciando sua equipe
A negatividade pode ser um dos maiores problemas nos ambientes profissionais. É como se você trabalhasse no alto de uma montanha, com ar rarefeito. Tudo parece mais cansativo. As pessoas ficam “pesadas”, reclamam pelas costas, fofocam, segregam-se e prejudicam umas às outras. Embora parte desse fenômeno seja tradicional nos agrupamentos humanos, ainda pode ser combatido.
Essa é a vantagem de trabalhar num ambiente como o meu, no qual todos tentamos ficar alertas para treinar nossas mentes e perceber como funcionam nossas negatividades. Na verdade, nossas tarefas cotidianas são como que estratégias para atingir esse objetivo.
Assim, ao longo de minha convivência de 7 meses aqui e de algumas leituras em diversas outras áreas, cheguei a 17 sugestões para lidar com a negatividade no trabalho. Todas, obviamente, foram devidamente adaptadas para pessoas que estão fora de monastérios.
1. Vá direto ao ponto: satisfaça seu cliente, não somente seu ego. Isso vai tomar menos do seu tempo. Não se identifique tanto com o trabalho a ponto de encarar toda concessão como um ataque pessoal. Faça outras coisas, tenha atividades paralelas.
2. Não tenha medo das mudanças durante os processos. Planeje-se para ser flexível.
3. Dependendo da natureza do seu trabalho, entregue partes funcionais dele regularmente. Assim você vai poder corrigir erros no início do processo, antes de ele ter se tornado complexo demais.
4. Aproxime-se de colegas que trabalham em outras áreas. Exemplo: se você é designer para internet, é útil saber como pensam os programadores e o que eles esperam de você.
5. Dê suporte para sua equipe. Isso nem sempre quer dizer comprar computadores e aumentar salários. Às vezes, simplesmente estar presente e ouvi-los já é o suficiente.
6. Vai levar mais de 2 e-mails para resolver um assunto? Use o telefone.
7. Evite horas extras e longas jornadas de trabalho. O descanso faz parte da produtividade. Pressão geralmente só leva a ter que refazer as tarefas.
8. Simplifique tudo o que puder.
9. Melhore o visual, cuide dos detalhes. Crie uma experiência divertida e interessante de ser integrante da sua equipe.
10. Agende cursos e horários para reciclagem técnica. Não como eventos paralelos e ocasionais, mas como parte do trabalho. Novas habilidades podem significar muita economia de tempo e recursos.
11. Combata a reclamação inútil. Em si mesmo e nos outros, gentilmente cortando fofocas ou implicâncias menores. Elas podem destruir ambientes de trabalho.
12. Valorize o esforço, mas combata o exibicionismo. As tentativas de “mostrar-se eficiente”, de querer “aparecer” demais, geralmente levam à falsidade e à competitividade suja. Isso desmotiva os colegas, cria um ambiente de desconfiança e tem um custo alto para sua empresa.
13. Sempre que possível, deixe as equipes se auto-organizarem. Valorize os resultados que indiquem que elas conseguiram pensar por si mesmas e assumir responsabilidades.
14. Agende reuniões de avaliação frequentes. Não espaços para choradeiras e exibicionismo. Mas encontros curtos, no qual todos respondem perguntas como “o que você está fazendo? o que queriaparar de fazer? Por quê? O que gostaria de começar a fazer a partir de agora? O que gostaria decontinuar a fazer?”
15. Defina horários para que seus funcionários trabalhem em projetos pessoais que agreguem valor para a empresa.
16. Ajude a criar um ambiente de colaboração, publicando tutoriais na internet, oferecendo serviços públicos etc. Ou pelo menos campanhas de melhor uso dos recursos ambientais. Não seja um empresário leecher (sanguessuga).
17. Não espere que as pessoas sejam lineares. Por vezes, simplesmente acordamos em crise. E não temos a mínima idéia do motivo. Nem sempre há uma explicação racional. E nem sempre precisamos de uma. Acontece com todos nós. O melhor jeito de lidar com isso é desenvolver paciência, sinceridade, comunicação clara e um certo senso de comunidade. Amanhã pode ser o seu dia ruim.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Cidadania Organizacional
Cidadania Organizacional
Cidadania Organizacional é um comportamento discricionário que não faz parte das exigências funcionais de um cargo, mas que ajuda a promover o funcionamento eficaz da organização. As organizações bem-sucedidas precisam de funcionários que façam mais do que os seus deveres usuais e apresentem um desempenho que ultrapasse as expectativas. No mundo empresarial dinâmico de hoje, na qual as tarefas são cada vez mais realizadas em equipe e a flexibilidade é critica, as organizações precisam d funcionários que adotem um comportamento de "bom cidadão" - como fazer declarações positivas sobre o trabalho de seu grupo e da empresa, ajudar os colegas em suas equipes, oferecer-se voluntariamente para tarefas extraordinárias, evitar conflitos desnecessários, mostrar cuidado com o patrimônio da empresa, respeitar as leis e regulamentos e ser tolerante com ocasionais aborrecimentos e imposições relacionados com o trabalho.As organizações querem e precisam de funcionários que façam coisas que não constam de suas tarefas formais. A evidência mostra que as empresas que possuem este tipo de gente mostram um desempenho melhor quando comparadas com outras. Consequentemente, o estudo do comportamento organizacional preocupa-se com o comportamento de cidadania organizacional como uma variável dependente.
empreendedorismo
Empreendedorismo
Não há falta de definições para o empreendedorismo. Algumas por exemplo. aplicam o termo á criação de novas empresas. Outras focalizam as intenções, dizendo que os empreendedores procuram criar fortunas, o que é diferente de abrir empresas simplesmente como um meio de substituição de renda( isto é, trabalhar por conta própria em vez de trabalhar para os outros). Quando a maioria das pessoas descreve os empreendedores elas usam adjetivos como audaciosos, inovadores, que tomam a inciativa, aventureiros e que assumem riscos. Elas também tendem a associar empreendedores a pequenas empresas. Definiremos empreendedorismo como um processo em que um indivíduo ou grupos de idivíduos arriscam tempo e dinheiro em busca de oportunidades para criar valor e crescer pela inovação, independentemente dos recursos que controlam. Os tyrês temas importantes nesta definição são busca de oportunidades, inovação e crescimento. Os empreendedores estão buscando oportunidades para expandir um negócio mediante mudança, revolução, transformação, ou introdução de novos produtos ou serviços.Muitas pessoas acreditam que atividades empreendedoras e pequeunas empresas são a mesma coisa, mas isso não é verdade. Existem algumas diferenças-chave entre as duas. Empreendedores criam iniciativas empreendedoras- organizações que estão buscando oportunidades são caracterizadas por práticas inovadores e têm o crescimento e a rentabilidade como objetivos fundamentais. Uma pequena empresa, por sua vez é uma propriedade privada, é privadamente operada e financiada. tem pouco menos de 500 funcionários. não necessariamente se envolve em qualquer prática nova ou inovadora; geralmente tem pouco impacto na indústria. Uma pequena em´resa não é necessariamente empreendedora por ser pequena. Ser empreendedor significa ser inovador e buscar novas oportunidades. Embora as iniciativas empreendedoras possam começar pequenas, elas buscam o crescimento. Algumas pequenas empresas novas podem crescer, mas muitas permanecem pequenas por escolha ou por inadimplência.
O que a sociedade espera das organizações e dos gerentes?
O que a sociedade espera das organizações e dos gerentes?
A importância da responsabilidade social corporativa surgiu nos anos de 1960, quando movimentos ativistas começaram a questionar o objetivo econômico singular das empresas. Questionavam, por exemplo, se as grandes corporações não estariam sendo irresponsáveis ao discriminar as mulheres e as minorias em geral, como demonstravam a óbvia ausência de gerentes do sexo feminino e de minorias na época. Ou se uma empresa como a Dow Corning não estaria dando as costas para suas responsabilidades sociais ao comercializar implantes de seios, quando os dados já indicavam que o vazamento de silicone podia ser muito prejudicial à saúde. Ou, ainda, se os fabricantes de cigarros não estariam ignorando deliberadamente os riscos para a saúde decorrentes da nicotina e de suas propriedades viciantes. Mais: se organizações como a Enron e sua empresa de contabilidade, a Arthur Anderson, não estariam falhando em proteger adequadamente os interesses financeiros de seus stakeholdes. Antes dos anos de 1960, poucas pessoas faziam esses questionamentos. Mesmo hoje, bons argumentos podem ocorrer de ambos os lados da questão da responsabilidade social.Argumentos à parte, os tempos mudaram. Os gerentes são hoje frequentemente confrontados com decisões que abrangem responsabilidade social; filantropia, precificação, relações trabalhistas, conservação de recursos, qualidade do produto e operações em países com governos opressores, para citar apenas alguns dos fatores mais óbvios. Eles estão orientando essas áreas mediante reavaliação das formas de embalar, reciclagem de produtos, práticas de segurança ambienta, entre outras. A ideia de se tornar amigo do meio ambiente ou 'verde' terá reflexos em praticamente doso s setores da empresa, desde a concepção dos produtos e serviços até seu uso e subsequente descarte pelos clientes. Em um mundo globalmente competitivo, poucas organizações podem se dar ao luxo de ter uma publicidade ruim ou ramificações econômicas que possam ser carimbadas como socialmente irresponsáveis.
Poucos termos ou expressões foram definidos de antas maneiras quanto 'responsabilidade social'. Alguns dos significados mais populares incluem maximização de lucros, metas além do lucro, atividades voluntárias, preocupação pelo sistema social mais amplo e responsividade social. A maior parte do debate tem centrado o foco nos extremos. De um lado temos o ponto de vista clássico- ou puramente econômico- de que a única responsabilidade social da gerência é maximizar os lucros. Do outro lado, temos a posição socioeconômica, segundo a qual a responsabilidade da gerência vai além da obtenção de lucros, incluindo a proteção e a melhora do bem-estar da sociedade.
Ética e responsabilidade social nas organizações
Ética e responsabilidade social nas organizações
Cada vez mais se evidencia a preocupação das organizações como princípios éticos e ações que visem à responsabilidade social. No cenário mundial, a questão ambiental está em pauta nas decisões econômica e de mercado. Assim, novos fatores estão sendo avaliados nesse mercado competitivo contemporâneo.A tomada de consciência das questões ambientais não foi de ma hora para outra. Há alguns fatores que levaram a isso. O que levou as empresas a desejarem ser éticas e socialmente responsáveis?
- Estudos já comprovaram que há uma maior produtividade em empresas que têm sólidos valores éticos;
- Os profissionais sentem "orgulho" de trabalhar numa empresa a qual procura retribuir à sociedade toda a confiança estabelecida em seus produtos e serviços;
- O consumidor está muito mais consciente dos seus direitos e deveres nas relações de consumo estabelecidas;
- A sociedade civil organizada vem cobrando uma atuação mais efetiva das empresas dentro da comunidade onde operam, através de ações que visem a minimizar os efeitos da desigualdade social, por exemplo.
Conforme apresentado, as questões que se colocam levam a uma conscientização, espontânea ou por pressão de grupos e segmentos. A empresa, pública ou privada, deverá adotar uma postura séria e com maior responsabilidade pelo bem-estar da comunidade onde atua, consolidar ações de responsabilidade social e padrões de conduta ética com seus funcionários, clientes, fornecedores e demais stakeholders.
Melhorando o comportamento ético
Melhorando o comportamento ético na organização
Em um mundo empresarial caracterizado por cortes, expectativa de aumento de produtividade dos trabalhadores e brutal competição no mercado, não surpreende que muitos funcionários sintam-se pressionados para quebrar algumas regras, dar um "jeitinho" ou entregar-se a outras práticas questionáveis.Os membros das organizações a cada dia enfrentam mais dilemas éticos, situações em que precisam definir qual a conduta correta e a errada. Por exemplo, eles devem denunciar publicamento atividades ilegais que descobrirem dentro da empresa? Devem acatar ordens com as quais não concordam? Exageram na boa avaliação de um subordinado de que gostam para salvar-lhe o emprego?eles se permitem fazer "politicagem" na organização para impulsionar suas carreiras?
O bom comportamento ético é algo que nunca foi claramente definido. Nos últimos tempos, a linha divisória entre o certo e o errado ficou ainda mais tênue. Os trabalhadores vêem pessoas se entregando a toda a sorte de práticas antiéticas - políticos eleitos são indicados por desviar dinheiro público ou aceitar suborno; advogados poderosos, que conhecem a lei mais do que ninguém, são acusados de não pagar os encargos trabalhistas de seus funcionários domésticos; executivos de sucesso inflam os lucros de suas empresas par a obter ganhos com suas opções de ações e administradores de universidades fazem "vista grossa" quando os treinadores de atletas convencem os estudantes campeões d a se matricularem em cursos fáceis, e não nos necessários para a graduação, para continuar a receber bolsa de estudos. Quando flagradas no delito, ouvimos estas pessoas dizem coisas como !"todo mundo faz isto" ou "você tem de aproveitar todas as vantagens hoje em dia". Não é surpreendeste, portanto que os trabalhadores expressem cada vez menos confiança em seus dirigentes e se sintam cada vez mais inseguros quanto ao que significa comportamento ético em suas organizações.
Os executivos e suas organizações estão reagindo a esta questão de diversas maneiras. Eles têm redigido e distribuído códigos de ética para os funcionários. Também vêm promovendo seminários, workshops e programas de treinamento para tentar aprimorar o comportamento ético. Contratam conselheiros internos que podem ser procurados, em muitos casos anonimamente, para dar assistência nas questões que envolvem dilemas éticos. Também estão criando mecanismos de proteção para os funcionário que denunciam práticas antiéticas no interior da organização.
O executivo de hoje precisa criar um clima eticamente saudável para seus funcionários, no qual estes possam trabalhar com produtividade e enfrentar o menor grau possível de ambiguidade em relação ao que é comportamento certo ou errado.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Equilibrar vida pessoal e a profissional
Ajudando so funcionários a equilibrar a vida pessoal e a profissional
O funcionário típico dos anos 1960 e 1970 comparecia ao trabalho de segunda à sexta-feira e cumpria horários fixos para uma jornada diária de oito a nove horas. O local de trabalho e os horários eram claramente especificados. Isso não acontece mais hoje com uma grande força de trabalho. Os trabalhadores se queixam, cada vez mais, de que a linha divisória entre os períodos dedicados ao trabalho e à vida pessoal se tornou obscura, provocando conflitos pessoais e estresse.Uma série de fatores contribui para esta confusão entre trabalho e a vida pessoal. Em primeiro lugar, a criação de organizações globais significa que o mundo empresarial nunca dorme. A qualquer hora, em qualquer dia, milhares de funcionários da Gerenal Eletric estão trabalhando em algum lugar. A necessidade de consultas com colegas ou clientes em oito ou dez fusos horários diferentes faz com que os funcionários das empresas globais precisam estar "à disposição" 24 horas por dia. Em segundo lugar, a tecnologia de comunicação permite que os funcionários façam seu trabalho em casa, no carro ou em uma praia no Taiti. Isto permite que mutias pessoas de áreas técnicas ou em profissões liberais trabalhem em qualquer horário e em qualquer lugar. O terceiro fator é que as empresas estão pedindo a seus funcionários que trabalhem mais tempo. Por exemplo, entre 1977 e 1997, a média de jornada semanal nos Estados Unidos aumentou de 43 a 47 horas e o número de pessoas que trabalham 50 ou mais horas por semana pulou de 24 para 37 por cento. Finalmente, poucas famílias têm apenas um membro que trabalha fora atualmente. Os funcionários de hoje, em sua maioria integram um casal de trabalhadores. Isto torna muito difícil para essas pessoas encontrar tempo par atender a compromissos domésticos, conjugais ou com os filhos, parentes e amigos.
Os trabalhadores percebem que o trabalho vem tornando cada vez mais espaço de suas idas pessoais e não estão satisfeitos com isso. Estudos recentes sugerem que os trabalhadores desejam empregos com mais flexibilidade de horários para que eles possam compatibilizar melhor seus assuntos pessoais e profissionais. Na verdade, muitos estudos indicam que este equilíbrio tornou-se mais importante do que a segurança do emprego. Além disso, a próxima geração parece ter preocupações semelhantes. A maioria dos estudantes universitários declara que o equilíbrio entre vida pessoa e trabalho é a sua principal meta na carreira profissional. Eles querem ter "uma vida" além de ter um emprego! As organizações que não conseguirem ajudar seu pessoal a atingir esse equilíbrio vão encontrar dificuldades crescentes para atrair e reter os funcionários mais capazes e motivados.
Trabalhando em organizações interconectadas
Trabalhando em organizações interconectadas
Para muitos funcionários, a informatização, a Internet e as redes internas ligando computadores dentro das empresas e entre empresas geraram um ambiente de trabalho diferente do usual - o que poderíamos chamar de organização inter-conectada. Ela permite que as pessoas se comuniquem e trabalhem juntas mesmo que estejam em localidades distantes uma da outra. Essa tecnologia também permite que os profissionais se tornem autônomos, conectando-se pelo computador com várias partes do mundo e mudando de empregador à medida que a demanda por seus serviços se modifica. Programadores de software, designers gráficos, analistas de sistemas, escritores, tradutores, editores e e pesquisadores são alguns exemplos de profissionais que podem trabalhar á distancia do empregador.O trabalho do adminsitrador em uma organização interconectada é diferente do tradicional, especialmente no que diz respeito à gestão de pessoas. Motivar e liderar pessoas, por exemplo, e tomar decisões colaborativas "on-line" são atividades que requerem técnicas diversas daquelas empregadas quando os indivíduos estão fisicamente presentes.
Como cada vez mais as pessoas estão trabalhando inter conectadas por meio das redes de computadores, os administradores precisam desenvolver novas habilidades. O estudo do comportamento organizacional pode ser útil para esse fim
Habilidade dos executivos
Habilidades dos executivos
Outra forma de considerar o que fazem os executivos é examinando as habilidades ou competências de que eles precisam para atingir seus objetivos com sucesso. Robert Katz identifica três competências essenciais: técnicas, humanas e conceituais.Habilidade técnicas As habilidades técnicas englobam a capacidade de aplicação de conhecimentos ou especialidades específicas. Quando pensamos nas habilidades de profissionais com engenheiros civis ou cirurgiões-dentistas, geralmente temos em mente suas habilidades técnicas. Por meio da educação formal extensiva, eles obtiveram os conhecimentos e as práticas específicas de suas áreas. Evidentemente, os profissionais não detêm o monopólio das habilidades técnicas - e nem todas elas precisam ser aprendidas em escolas ou através de treinamentos formais. Todo o trabalho requer algum tipo de habilidades especializada e muitas pessoas adquirem tal conhecimento no exercício de suas funções.
Habilidades Humanas A capacidade de trabalhar com outras pessoas, compreendendo-as e motivando-as, tanto individualmente como em grupos, define as habilidades humanas. Muitas pessoas são tecnicamente proficientes, mas incompetentes nos relacionamentos interpessoais. Elas podem não ser boas ouvintes, incapazes de entender as necessidades dos outros ou ainda ter dificuldade para administrar conflitos. Como os executivos realizam coisas por meio do trabalho de outras pessoas, eles precisam ter habilidades humanas para se comunicar, motivar e delegar.
Habilidades Conceituais Os executivos precisam ter capacidade mental para analisar e diagnosticar situações complexas. Esta tarefa requer habilidades conceituais. O processo de tomada de decisão, por exemplo, exige que o executivo seja capaz de identificar problemas, desenvolver soluções alternativas para corrigi-los, avaliar essas alternativas e selecionar a melhor. Um executivo pode possuir competência e humana, mas fracassar por causa da incapacidade de processar e interpretar racionalmente as informações.
Os executivos e suas funções
Funções dos executivos
No início do século XX, um industrial francês chamado Henri Fayol escreveu que todos os executivos realizavam cinco funções gerenciais: planejavam, organizavam, comandavam, coordenavam e controlavam.Hoje, essas tarefas foram condensadas em quatro: planejamento, organização, liderança e controle.
Uma vez que as organizações existem para atingir objetivos. alguém precisa definir estes objetivos e as possíveis formas de alcançá-los. O executivo é esse alguém. A função de planejamento engloba dessas metas a definição das metas da organização, o estabelecimento de uma estratégia geral para o alcance dessas metas e o desenvolvimento de um conjunto abrangente de planos para integrar e coordenar as atividades.
Os executivos também são responsáveis pela elaboração da estrutura da empresa. Essa função é chamada de organização e inclui a determinação de quais tarefas deve ser realizadas, quem vai realizá-las, como elas serão agrupadas, quem se reporta a quem e em que instâncias as decisões serão tomadas.
Todas as organizações englobam pessoas, e é parte do trabalho do executivo dirigir e coordenar essas pessoas. Essa é a função da liderança. Quando os executivos motivam os funcionários, dirigem as atividades dos outros, escolhem os canais mais eficientes de comunicação ou resolvem conflitos entre as pessoas, eles estão exercendo sua liderança.
A última das funções exercidas pelos executivos é o controle. Para garantir que as coisas caminhem como devem, o executivo precisa monitorar o desempenho da organização. O desempenho real tem de ser comparado ás metas previamente estabelecidas. Se há qualquer desvio significativo, é a responsabilidade do executivo colocar a organização novamente nos trilhos. Esse monitoramento, a comparação e a possível correção são as tarefas da função de controle.
Portanto, dentro dessa abordagem funcional, a resposta á questão " o que fazem os executivos?" é a seguinte: eles planejam, organizam, lideram e controlam.
os executivos
O que fazem os executivos?
Começaremos definindo sucintamente o termo executivo e aquele referente ao seu local de trabalho. ou seja, a organização. Vamos examinar o trabalho de um executivo. O que ele faz especificamente?
Os executivos realizam trabalhos por meio do trabalho de outras pessoas. Eles tomam decisões, alocam recursos e dirigem as atividades de outros com o intuito de atingir determinados objetivos. Os executivos trabalham em uma organização, a qual pode ser definida como uma unidade social conscientemente coordenada, composta de duas ou mais pessoas, que funciona de maneira relativamente contínua para atingir um objetivo comum. Com base nessa definição, indústrias e empresas de serviços são organizações, bem como escolas, hospitais, igrejas, unidades militares, lojas, delegacias de polícia e órgãos públicos, sejam eles municipais, estaduais ou federais. As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nestas organizações são os executivos( eles também são chamados de administradores, especialmente nas organizações sem fins lucrativos).
Mulheres Gerentes
Mulheres Gerentes
No papel de gerentes, as mulheres encontram os mesmos desafios que os homens em seu ambiente de trabalho. Contudo, pelo fato de terem entrado para o time da gerência em grande número apenas recentemente, em geral faltam às mulheres os contatos que são tão importantes no desenvolvimento de sua carreira em administração. Outro problema para as mulheres é que tradicionalmente se espera que elas cuidem da família e dos afazeres domésticos ao mesmo tempo que lidam com as pressões e a competição do trabalho assalariado. Por fim, as mulheres estão mais sujeitas a sofrer assédio sexual no trabalho do que os homens.Curiosamente Tom Peters, autor do livro clássico sobre administração "In search of excellence", acredita que as mulheres possam vir a ter uma enorme vantagem sobre os homens no futuro da administração. Ele prevê que as redes de relacionamentos substituirão as rígidas estruturas organizacionais e que funcionários brilhantes cederão lugar a equipes formadas por funcionários de todos os níveis que tão o poder de tomar decisões. Regras e procedimentos detalhados serão substituídos por um sistema flexível que sofrerá avaliações baseadas em valores essenciais e na constante busca de novos meios de realizar tarefas. Os pontos fortes geralmente atribuídos às mulheres - enfoque nos relacionamentos, capacidade de ouvir e motivar outras pessoas - serão virtudes dominantes nas empresas do futuro.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Promovendo a própria carreira
Promovendo a própria carreira
Tanto os administradores experiente quanto os especialistas concordam que planejamento e execução cuidadosos de táticas apropriadas podem alavancar o sucesso de uma carreira em adminstração. Planejar seu plano de carreira - a sequência de cargos que você ocupará ao longo de sua vida produtiva - é o primeiro passo que você precisa dar para promover sua carreira. Para algumas pessoas, plano de carreira significa ascensão na hierarquia de uma determinada empresa. Contudo, todos precisam perceber que planejar uma carreira é um processo contínuo, que tem início nas primeiras fases da carreira e prossegue ao longo dela.Ao promover sua própria carreira, você precisa ser proativo e ver a si mesmo como um negócio cujo desenvolvimento está em suas mãos. você não deve imaginar que seus planos sejam limitadores de suas opções. Considere primeiramente seus pontos fortes e suas obrigações e, então, avalie o que você precisa conquistar com uma carreira. Depois examine todos os caminhos e oportunidades abertas diante de você, tanto dentro como fora da empresa. Estipule suas metas, revisando-as e atualizando-as constantemente à medida que sua carreira progride, e tome as medidas necessárias para atingir essas metas.
Outra tática importante para promover sua própria carreira é trabalhar com gerentes que desempenham um papel realista e construtivo no desenvolvimento da carreira de seus funcionários.Para incrementar o sucesso de sua carreira, você precisa aprender a ser mais proativo do que reativo. Isso significa que você precisa agir de modo específico para demonstrar suas habilidades e conquistas.Também é necessário ter uma ideia clara de quais os próximos cargos que você deve buscar ocupar, quais habilidades você precisa adquirir para trabalhar com a propriedade em tais cargos e de que modo conquistar essas habilidades. por fim, imagine o posto mais alto que você almeja e a sequência de cargos que você precisa conquistar a fim de adquirir habilidades e atitudes necessárias para qualificá-lo a exercer esse posto.
Carreiras em Administração
Conceito de carreira:
Carreira é uma sequencia de cargos de trabalho ocupados poru ma pesso ao longo da vida. Como já explicita o próprio conceito, uma carreira é cumulativa por natureza: na medida em que as pessoas acumulam experiências bem-sucedidas em um cargo, elas geralmente desenvolvem habilidades e atitudes que as qualificam para cargos mais avançados. Em geral, cargos em um determinado nível administrativo tendem a ser degraus para cargos que estão em um nível imediatamente mais alto.Fases da carreira, fases da vida e desempenho:
As carreiras são comumente vistas como algo que evolui por meio de uma série de fases. Esses estágios evolutivos - busca, estabilidade, manutenção e declínio. De acordo com a pesquisa feita nos EUA, os homens norte-americanos com idade de 65 anos ou mais em 2008 alcançarão a participação na força de trabalho de 17,8 por cento. Essa é a mais alta taxa de participação desde 1985. A mesma proporção para mulheres será de 9,1 por cento, a mais alta desde 1975. À medida que mais trabalhadores acima de 65 anos participam na força de trabalho, mais carreiras são mantidas além da marca tradicional de idade.
A universalidade da administração
A universalidade da administração
Os princípios da administração são universais, isto é, aplicam-se a todos os tipos de empresas ( negócios, igrejas, associações, equipes de atletas, hospitais e assim por diante) e níveis organizacionais. Naturalmente, as funções dos gerentes variam um pouco de uma empresa para outra, porque cada tipo de organização requer o emprego de conhecimentos especializados, possui em um ambiente político de trabalho único e utiliza diferentes tecnologias. Entretanto, há semelhanças de funções em diferentes empresas, porque as atividades básicas da gerência - planejamento, organização, influência e controle - são comuns a todas as organizações.A teoria das características
Henri fayol, um dos primeiros autores a escrever sobre administração, afirmou que todos os gerentes devem posuior certas características, como boas condições físicas e mentais e conhecimentos especiais relativos à função específica. B.C Forbes enfatizou a importância de certas qualidades pessoais, inferindo que entusiasmo, seriedade de propósitos, confiança e fé em si mesmo são as princiais características de gerentes bem-sucedidos. Forbes descreveu assim Henry Ford:Fayol e Forbes conseguem descrever as características desejáveis em gerentes de sucesso apenas em decorrência da universalidade do conceito: os ingredientes básicos da administração bem-sucedida são aplicáveis a todas as empresas.
Habilidades administrativas
Habilidades Administrativas
As habilidades administrativas são o determinante primário de quão eficazes e eficientes serão os gerentes.De acordo com um artigo clássico escrito por Robert L. Katz, o sucesso do gerente depende muito mais de seu desempenho do que de seus traços de personalidade. Katz também afirma que a capacidade de atuação dos gerentes é resultado de suas habilidades administrativas. Um gerente que possua as habilidades administrativas necessárias provavelmente terá um bom desempenho e será relativamente bem-sucedido.
São esses 3 tipos de habilidades apontados por Katz:
Habilidades técnicas são aqueles que consistem na utilização de conhecimento especializados e precisão na execução de técnicas e procedimentos relativos ao trabalho. Exemplos dessas habilidades são engenharia, programação de computadores e contabilidade. A maioria das habilidades técnicas está relacionada ao trabalho com 'coisas' - processos ou objetos.
Habilidades humanas são aquelas que geram cooperação em meio à equipe que está sendo liderada. Consistem em atitudes e comunicação no trabalho, interesses pessoais e coletivos - em suma, trabalhar com pessoas.
Habilidades conceituais são aqueles que consistem na capacidade de enxergar a empresa como um todo.Um gerente que possua habilidades conceituais é capaz de compreender a maneira como várias funções da empresa se complementam, o modo como a empresa se relaciona com o meio em que se insere e como as mudanças em um setor afetam o resto da empresa.
a eficiencia na administração
Eficiência Administrativa
A Eficiência administrativa é a parte do total dos recursos de uma empresa que contribuiu para a produtividade durante o processo de produção, mais ineficiente é o administrador. Quanto mais recursos forem desperdiçados ou não utilizados durante o processo de produção, mais ineficiente é o administrador. Nesse caso, os recursos da empresa se referem não apenas às matérias-primas utilizadas na fabricação de produtos ou serviços, mas também aos esforços humanos relacionados a esse processo. Assim como a eficácia administrativa, a eficiência administrativa é mais bem descrita como uma atitude contínua que varia da ineficiência á eficiência. Ineficiência significa que uma parte muito pequena do total de recursos contribui para a produtividade durante o processo de fabricação; eficiência significa que uma grande parte desses recursos contribuiu para a produtividade.Os conceitos de eficácia e eficiência administrativas estão obviamente relacionados. UM administrador, por um lado, pode ser relativamente ineficaz - e consequentemente a empresa está progredindo muito pouco em direção a suas metas - em virtude de uma ineficiência maior ou de uma utilização inadequada dos recursos alo longo do processo de produção. Por outro lado, um administrador pode até ser eficaz, apesar de ineficiente, caso a demanda pelo produtividade final seja tão alta que ele obterá um preço extremamente elevado por unidade vendida para assim cobrir os custos da ineficiência.
As companhias petrolíferas da Arábia Saudita, por exemplo, provavelmente conseguem suprir muitas ineficiências administrativas quando o petróleo está sendo vendido a preços elevados. Os administradores, nesse caso, têm a chance de ser um pouco eficazes embora sejam ineficientes. Assim, um gerente pode ser eficaz sem ser eficiente e vice-versa. Para maximizar o sucesso da empresa, porém, tanto eficácia quanto eficiência são essenciais.
a Tarefa da adminstração
A tarefa da administração:
Além de compreender o que o trabalho administrativo significa para eles e para a sociedade e seus benefícios, os prováveis administradores precisam saber o que as tarefas da administração acarretam. As seções a seguir introduzem as bases da tarefa administrativa por meio de discussões sobre o papel da administração e sua definição, como o processo administrativo se relaciona com suas funções e a conquista de objetivos organizacionais e a necessidade de administrar os recursos da empresa de maneira eficiente e eficaz.Nossa sociedade não existiria, como a conhecemos atualmente, nem se aperfeiçoaria sem que gerentes orientassem permanentemente suas organizações. Peter Drucker enfatizou esse ponto quando afirmou que a administração eficaz é provavelmente a maior fonte de riqueza dos países desenvolvidos e a maior carência dos países em desenvolvimento. Em resumo, todas as sociedades necessitam desesperadamente de bons gerentes.
Além de sua importância para as sociedades como um todo, a administração é essencial para muitas pessoas que ganham a vida como gerentes. Estatísticas do governo dos Estados Unidos mostram que as posições na área administrativa cresceram aproximadamente de 10 a 18 por cento do total de empregos no país desde 1950. Os gerentes têm vivências diferentes e são especializados em diversas áreas. Muitas pessoas que originariamente estudaram para ser contadores, professores, financistas ou até mesmo escritores fizeram da administração sua fonte de renda. Embora a curto prazo a demanda por gerentes possa variar, a longo prazo os cargos em administração podem proporcionar altos salários, status, funções interessantes, crescimento pessoal e um intenso sentimento de realização.
a Administração e sua importancia
Administração
Ainda no estudo da administração aprenda sua importância e seu papel
A importância da administração:
Os Gerentes influenciam todas as fases das organizações modernas. gerentes industriais executam operações industriais que produzem as roupas que vestimos, a comida que comemos e os automóveis que dirigimos. Gerentes de vendas mantêm uma força de vendas que negocia produtos. Gerentes de pessoal fornecem força de trabalho competente e produtiva para as organizações. A seção de 'empregos' dos classificados de qualquer grande jornal descreve muitos tipos diferentes de atividades administrativas e confirma sua importância.O papel da administração:
Essencialmente, o papel dos gerentes é liderar as empresas para atingirem suas metas. Toda empresa existe para um determinado propósito ou objetivo, e os gerentes são responsáveis por combinar e utilizar os recursos de que dispõe a organização para garantir que essas empresas alcancem seus propósitos. A administração faz com que as empresas caminhem em direção a seus objetivos e metas ao designar atividades que seus membros devem realizar. Caso as atividades sejam planejadas com eficiência, a produção individual de cada trabalhador contribuirá para o alcance dos objetivos da empresa. A administração esforça-se para encorajar a atividade individual que leve ao alcance das metas organizacionais e desencoraja a atividade individual que atrapalhe a realização dessas metas. "Não existe ideia mais importante na administração do que a dos objetivos. Administrar não tem o menor sentido sem metas." Os gerentes devem, portante, manter sempre em mente os objetivos da empresa.Objetivos do CO
Comportamento Organizacional
Porque estudar Comportamento Organizacional?O estudo do comportamento organizacional apresenta uma grande importância, pois está relacionado a fatores determinantes para a eficiência no andamento de uma organização:
Eficiência nos serviços oferecidos aos clientes e a maneira como são desempenhados, primar pela qualidade e satisfação do cliente. aumentar a produtividade e a qualidade dos produtos;
Melhoria das Habilidades humanas: motivar, liderar, treinar, tornar o trabalho satisfatório, avaliar o desempenho, tornar a comunicação eficiente;
Administrar a diversidade da força de trabalho: um desafio importante no comportamento organizacional:motivar os colaboradores, mantendo a competitividade frente ao processo cada vez maior da globalização;
Melhorar o comportamento ético na organização: Gerar um clima eticamente saudável entre os funcionários para que haja maior produtividade e um mínimo de confronto e ambiguidade com comportamentos classificados como certos ou errados.
Mudança dos processos organizacionais, desafio importante no comportamento organizacional: motivar os colaboradores, mantendo a competitividade frente ao processo cada vez maior da globalização.
Metas
Metas e forças na organização
Metas: Como a maioria das ciências, o comportamento organizacional tem quatro metas: descrever compreender,prever e controlar fenômenos que venham a surgir. Primeiramente, é preciso descrever de modo sistemático como as pessoas se comportam nas diversas situações.Desse modo, permite-se uma comunicação a respeito do comportamento humano. A segunda meta é compreender por que as pessoas comportam-se de determinadas maneiras, seguindo numa tentativa de poder prever comportamentos futuros de outros funcionários. Como meta final do comportamento organizacional, temos o controlar ou seja, uma ação que leve ao aumento do desempenho indivíduos dentro da organizaçãoForças: Encontramos, nas organizações, um conjunto de forças que atua estruturalmente em sua natureza. São forças essenciais que afetam o comportamento organizacional. Existe um vasto número de questões que podem ser feias a respeito disso. Podemos classificar essas forças em quatro áreas: Pessoas, estruturas, tecnologias e o ambiente organizacional.
Pessoas- São os componentes do sistema de uma organização. Pode ser um sistema constituído de indivíduos ou grupos, sejam eles grandes ou pequenos, formais ou informais. Esses grupos são sempre dinâmicos, alterando-se na tentativa de alcançar seus objetivos.
Ambiente- As organizações atuam em ambientes internos ou externos; não podem existir sozinhas. Portanto, fazem parte de um sistema mais amplo em que encontram-se inseridos o governo, famílias e outras organizações.
Tecnologia- A tecnologia nos fornece recursos para uso no trabalho; dessa forma, afeta a realização das atividades realizadas pelos indivíduos. A tecnologia influencia de maneira significativa as relações no trabalho, traz benefícios e impactos nos sistemas produtivos. O Comportamento organizacional é aplicado, então para equilibrar os sistemas técnicos e sociais relacionados à tecnologia.
Estrutura- A estrutura é o que define a relação formal e a utilização das pessoas em uma organização. A definição de cargos diferenciados faz que se realizem todas as atividades dentro de uma organização, prezando por um relacionamento estruturado para que o trabalho aconteça de maneira eficiente.
Comportamento Organizacional
Percebemos que, nas últimas décadas do século passado, a sociedade passou a contar com a presença maciça das tecnologias de informação e de comunicação (TIC) junto ás organizações; passamos a ouvir a expressão "sociedade do conhecimento", um novo conceito que passou a designar um novo momento de desenvolvimento das sociedades, faz-nos pensar e indagar sobre a expressão "sociedade do comportamento". Diante dessa questão, é necessária a definição das exigências que se impõem no contexto das novas dinâmicas organizacionais.
Na tentativa de entender sobre o que acontece no ambiente de trabalho, devemos compreender algumas definições, metas, forças e as principais características do que vem a ser comportamento organizacional(CO).
Nas próximas aulas irei falar um pouco sobre metas e forças.
Abraço até a próxima.
Na tentativa de entender sobre o que acontece no ambiente de trabalho, devemos compreender algumas definições, metas, forças e as principais características do que vem a ser comportamento organizacional(CO).
Nas próximas aulas irei falar um pouco sobre metas e forças.
Abraço até a próxima.
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